Quando a Melitha começou, franquia era assunto de meia dúzia de pessoas no Brasil. Não havia lei, não havia livro, não havia a quem perguntar.
Havia empresários corajosos tentando multiplicar o próprio negócio e descobrindo, na marra, que crescer sem estrutura jurídica cobra caro. Foi ali, dentro dessas primeiras redes, que este escritório se formou. Não pela teoria, mas pela convivência diária com quem estava construindo o setor.
São mais de 36 anos depois, e a lógica não mudou. Continuamos entrando no negócio do cliente antes de entrar no contrato dele. Perguntamos como a rede funciona, onde dói, o que o franqueado reclama, o que o time de expansão promete. Só então abrimos o Direito.
Por isso a nossa atuação é preventiva. Não porque litígio seja proibido, mas porque a maior parte dele é evitável. E porque uma rede saudável vale mais do que qualquer vitória judicial.
O caminho nos levou também ao varejo, ao societário, ao imobiliário e a outras frentes que a vida das empresas foi pedindo. Agregamos áreas sem abrir mão de duas coisas: conhecer o negócio do cliente por dentro e não abrir mão do rigor técnico.
Hoje somos três sócias e um time que atende do jeito que a gente gostaria de ser atendida. Você fala com quem decide. Você recebe a verdade, não a versão confortável dela. E, quando o telefone toca às seis da tarde de uma sexta, alguém atende.
É isso que quisemos dizer quando escrevemos que não aprendemos franchising. Nascemos dentro dele.




